sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Imagens

É gostoso caminhar no fim de tarde.
Percurso de caminhada
Lugar de caminhada do povo. Pertinho de casa.

 

 



 


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Palavras do trono de Deus

          

           Como de costume, nossa família se reuniu para o Culto da Família na casa do meu sogro. Meu esposo trouxe a Palavra, e foi maravilhoso!
           A meditação foi em Salmos 42, mais especificamente no versículo 5:

           "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim?
            Espera em Deus,
            pois ainda o louvarei na salvação da sua presença"

            Discorrendo sobre o assunto do Salmo, chamou-me a atenção a abordagem que meu esposo fez, trazendo para o tema central da meditação, a força dos sentimentos e emoções sobre a nossa vida.
            Iniciou abordando a questão de uma verdadeira epidemia que tem varrido o mundo: a doença do século - DEPRESSÃO.
            Destacou que se nos deixarmos dominar pelos sentimentos, eles controlarão a nossa vida, e que o perigo está nos "maus" sentimentos. O medo, a tristeza, a baixa autoestima e até a "disfarçada ingratidão" podem ser poderosas armas de destruição.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A ARMADURA DE DEUS EM NOSSOS FILHOS


Bíblia Sagrada, livro de Efésios ( 6:13-17)




Provavelmente, ninguém no mundo tem maior senso e instinto de proteção do que as Mães.
“Mãe é uma coisa!...” 
Não pode ouvir o choro do filho que corre desesperada ao seu encontro. A nuvem de chuva ou massa de ar frio está há quilômetros e lá está ela, correndo com o agasalho para o filho não gripar... acorda no meio da noite e vai olhar se o filho não está desembrulhado, passando frio...
Mãe é assim. 
E as preocupações não cessam nunca, pois ela se preocupa com o que pode acontecer com ele no caminho da escola, na escola, brincando no quintal ou na rua, saindo pra casa dos amigos ou da namorada...
Nós, mães queremos proteger! 
É claro que os pais também são assim, com a diferença de que o homem é mais prático.
A verdade é que, enquanto nossos filhos são crianças, temos a ilusão de que podemos protegê-los.   
No entanto, cedo nos damos conta de que a nossa capacidade de proteção é muito frágil e isso nos angustia.
E então, compreendemos que 
PROTEÇÃO VERDADEIRA é aquela que VEM DE DEUS!

A Palavra do Senhor nos diz o que devemos ensinar a nossos filhos sobre Proteção: 

Tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.”(v. 13)

A primeira coisa que temos que entender é que 
DEUS JÁ DISPONIBILIZOU PARA NÓS TUDO O QUE É NECESSÁRIO PARA NOSSA PROTEÇÃO. Basta pegar. A Palavra diz: “Tomai toda a armadura de Deus”.

A segunda coisa que precisamos entender ( e ensinar aos nossos filhos) é 
o Porque devemos tomar a armadura de Deus (para que possais resistir no dia mau). 
O Senhor nos alerta que haverá “o dia mau”. São os dias de lutas, de dificuldades, de infortúnios, de dor e humilhação. 
Precisamos estar cientes de que o mundo é mal. 
Nos evangelhos, encontramos Jesus dizendo: 
“No mundo tereis aflições...(João 16:33)”; 
“O mundo vos aborrece...(João 15: 18,19)”
Mas também nos dá a dica de sobrevivência, pois, além de nos disponibilizar a armadura, Ele nos diz: “sejam simples como as pombas e ASTUTOS  como as serpentes!(Mateus 10:16)”.

Deus nos ensina que temos que criar nossos filhos para ENFRENTAR O MUNDO, e não para se esconder de medo do mundo, pois o maior esconderijo nesse caso, que poderíamos encontrar seria semelhante ao do avestruz...

Devemos sempre dizer aos nossos filhos a grande verdade: “maior é o que está em nós, do que aquele que está no mundo!(I João 4:4)”. Portanto, não temeremos; ainda que os montes se abalem, pois O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ CONOSCO!(Salmo 46). Deus não nos deu o espírito de temor, mas de PODER, DE AMOR E DE MODERAÇÃO (II Timóteo 1:7).


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sonho de uma dona de casa

              Sonhos são irreais. Alguns, por vezes, tornam-se realidade, outros nunca deixam de ser sonhos e a gente se conforma.
          Quando adolescente, eu sonhava em como seria minha casa...Imaginava-a linda e aconchegante, ainda que simples. Ainda hoje, sonho com isso.
           Contudo, a realidade sempre foi bem diferente. Claro que sou muito grata a Deus por ter casa própria e em um bom lugar na minha cidade. Porém de bonita e aconchegante ela não tem nada. Pelo contrário, minha casa precisa de uma baita reforma (ou mesmo de uma razoável demolição!): O telhado está velho demais, o forro parece estar cedendo, a pintura não está apenas gasta, mas as paredes, portas e janelas têm sujeira incrustada de não sei quanto tempo.
                Agora, você deve estar dizendo: "Isso é problema de desleixo!" Pode ser... (também). Mas pode ser porque eu sempre fui uma dona de casa ausente; sempre trabalhei de 2ª a 6ª feira (às vezes, até no sábado, indo pra igreja no domingo...). 
                Me incomoda porque não sou uma dona de casa preguiçosa. Quando estou em casa, trabalho até a exaustão...Não visito amigos ou familiares...Não me sento na calçada pra conversar com os vizinhos...Só que não dou conta!...
              Tive várias ajudantes trabalhando em minha casa, porém nunca as vi cuidando bem de nada. Era sempre o básico que faziam.
               Aos meus filhos, creio que não soube ensinar, pois eles também fazem somente o básico e, muitas vezes, somente quando cobrados.
                 Não sei... Mas eu queria muito uma mudança na minha casa...
                 Não precisava ser uma reforma... Mas que eu gostaria de uma mudança, isso eu gostaria... 

LIMPEZA & DELICADEZA
Fazem da nossa casa um lugar melhor

Essa eu peguei na Net
Essa é na minha casa: cantinho das refeições. Até que tá bonitinho, né? Parece até que exagerei nas reclamações (rsrsrs...)








quarta-feira, 10 de julho de 2013

Servindo a Deus debaixo do jugo do ímpio

 Um homem chamado Obadias
( I Reis 18: 1 a 16)

          "E Acabe chamou a Obadias, o mordomo; e Obadias temia muito ao Senhor, 
          Porque sucedeu que, destruindo Jezabel os profetas do Senhor, Obadias tomou cem profetas, e de cinquenta e cinquenta os escondeu numa cova, e os sustentou com pão e água." 
          (I Reis 18: 3,4).

          Famosa é a história do Profeta Elias, "o homem que foi arrebatado num carro de fogo". Também muito se houve falar do ímpio rei Acabe e de sua temível e arrogante esposa Jezabel.
             Mas, no contexto da história que envolve esses personagens, um nome passa quase desapercebido. Um servo anônimo: Obadias.
            Obadias não era um homem pouco significante. Era o Mordomo do Rei, seu auxiliar direto, sob o qual se subordinavam centenas de servos.
              Vemos, no entanto, pelo relato bíblico, que a posição não o envaidecia, não o fazia pensar só em si. Ele também não parecia o tipo que fazia qualquer coisa para agradar os poderosos ao qual tinha acesso e à quem prestava serviço. Ao contrário, procurava cumprir suas obrigações sem descumprir os Mandamentos de Deus.
                A Palavra diz que "Obadias temia muito ao Senhor". 
             Observando o contexto em que o breve relato que se faz sobre Obadias se encontra, podemos deduzir que - como servo do Senhor - Obadias viveu em tempos difíceis para a fé. Ele defendia uma Fé que era perseguida. Em seus dias era PROIBIDO adorar ao Senhor, pois Jezabel destruiu os lugares de adoração a Deus, perseguiu e mandou matar os profetas. 
                  Imagino a angústia que se abatia sobre os que amavam a Deus, sendo obrigados a calar sua fé, esconder-se para orar e adorar, cientes que corriam risco de serem mortos, caso fossem surpreendidos em atitude de adoração ao Senhor. Para os Judeus piedosos, não poder recitar o Torá, nem trazer consigo seus filactérios era algo terrível. 
                   Além dos problemas relacionados à fé, aqueles eram dias de fome e miséria decorrentes de um prolongado período de seca (profetizado pelo Profeta Elias).
                   É nesse contexto que Obadias esconde e sustenta (a pão e água - I Rs 18:4) cem profetas do Senhor, para não serem mortos. Isso faz colocando em risco a sua própria vida.
                 
                    É preciso maturidade e compromisso consciente com Deus para não se deixar influenciar quando a esmagadora maioria ao seu redor diz que o "normal" e o "certo" é aquele estilo de vida. Quando as filosofias caem como uma avalanche fazendo uma "lavagem cerebral" na sociedade.

                     O temor a Deus sustentou Obadias que permaneceu firme em sua fé e não se deixou levar pelo caminho da maioria. Ao contrário, aquele homem suportava angustiado toda a opressão de viver obedecendo a um homem ímpio, esperando que mudanças ocorressem naquele cenário... esperando que Deus destruísse os ímpios e libertasse seus servos. Escondeu os profetas porque esperava em Deus.

                   "E por tua misericórdia desarraiga os meus inimigos, e destrói a todos os que angustiam a minha alma; pois sou teu servo." Salmos 143:12
 
                     Agora, meditando sobre o texto de I Reis 18, veja o que diz o versículo 1: " E sucedeu que, depois de muitos dias, a Palavra do Senhor veio a Elias...". 
                      Esse texto lembra o que está em I Samuel 3:1, onde se diz que "naqueles dias, as visões não eram frequentes".
                       Muitas vezes, quando lemos a Bíblia, imaginamos que os milagres e eventos fantásticos aconteciam quase que diariamente. Mas, observando textos como os mencionados acima, percebemos que não era bem assim.

                         

                     

terça-feira, 2 de julho de 2013

Imagens da minha vida

 Minha maior riqueza...

Igrejinha, lugar de Bênção!

Retiro Espiritual - Carnaval 2013.
Pequenos, grandes feitos
 na força do Senhor.
Ainda bem meninos... Faz tempo...

Culto no Lar (2012)


quinta-feira, 14 de março de 2013

A Seringueira e os Pássaros





          Minha mãe nasceu e viveu boa parte da infância em um Seringal, no interior da Amazônia. 
          Era uma família numerosa e muito pobre. Seu pai trabalhava como seringueiro nas terras de um tal sr. André.
      Minha mãe disse que a vida era de muita labuta desde cedo. Porém, a infância tem suas particularidades e, sem entender a terrível trama histórica por trás de sua própria história, ela, menina, buscava seus próprios meios de encontrar momentos bons em seu dia a dia. 
           E era assim que havia a magia nas mãos de sua mãe que tecia, para ela e suas irmãs, adoráveis bonecas de pano. E era assim, que o banho de rio no fim da tarde se tornava uma divertida brincadeira.
               Mas, para ela - menina - nada era mais belo, nenhum momento era mais feliz do que aquele especial em que ela podia ir a um lugar mágico.
                Não muito perto de casa, a menina descobriu uma árvore frondosa: a árvore-causa de sua existência ali. 


            Mas aquela era uma seringueira especial. 
            Na margem do rio, ela se erguia, imponente e frondosa. Tão majestosa era que talvez, por isso mesmo, aves  e mais aves começaram a fazer dela sua morada.
           Minha mãe disse que, para ela, não havia momento mais feliz do que aquele: quando podia ir, à beira do rio, sentar-se, observar aquela bela obra de Deus e ouvir o coral mais fantástico que jamais esqueceu.
           O som dos cânticos daqueles incontáveis pássaros, adultos e filhotes, a faziam esquecer qualquer dor ou infortúnio. Todo o resto parecia pequeno diante daquele espetáculo divino.


( Muitos anos mais tarde, minha mãe leu em sua Bíblia - e entendeu:
                                "Todo ser que respira Louve ao Senhor" ).

            Enfim, foi assim, com os olhos embotados pelo tempo e o corpo abatido pelo Parkinson, que minha mãe compartilhou comigo a antiga lembrança. E foi assim que me falou da imensa tristeza que invadiu sua infantil e inocente alma.


                Seu pequeno paraíso foi destruído por alguém que ela sequer conheceu.
           Ali, espalhados pelo chão, os galhos e folhas que abrigaram  moradias felizes dos maravilhosos cantores da floresta misturaram-se às lágrimas tímidas de uma pequena menina.
               
               Não sei se o que ficou mais gravado no coração de minha mãe foi a visão daquela majestosa árvore e seus pássaros lindos que lhe traziam tanta alegria... Ou se foi a visão aterradora de seu santuário destruído.

                  Seja como for, me sinto privilegiada por ter sido comigo que ela compartilhou um pouco de seu mundo atemporal - além daquela cadeira de rodas de onde me contou sua história. De um tempo em que ela podia correr para chegar ao seu refúgio de felicidade e usufruir de um bem que dinheiro nenhum poderia jamais comprar.

Por: Adna Charife. (Rio Branco, AC. 14/03/2013).