quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Permanecer casados... e ainda assim, Felizes!

            Não sou fã de livros de autoajuda, mas alguns que eu prefiro conceituar como "Livros de Aconselhamento", às vezes me empolgam.
            Estou agora lendo este (escrito, a meu ver, especialmente para as esposas):


Sete segredos que ele nunca vai contar pra você

                    O autor - Kevin Leman - psicólogo internacionalmente reconhecido. Fez pós-graduação e doutorado em psicologia clínica na Universidade do Arizona e é fundador e presidente de "Couples of Promise", uma organização que se destina e se compromete a ajudar casais a permanecerem casados e felizes.

                            Aqui vão algumas máximas que Leman expõe em seu livro:

"A maioria das pessoas que vivem um relacionamento possui a expectativa de que pode mudar a outra pessoa. Acha que, se trabalhar bastante, por tempo suficiente, e se resmungar bastante, a outra terminará mudando.
No entanto, isso é mais ou menos como tentar remover as manchas de um leopardo." 

"Pergunte a qualquer homem se ele prefere ser amado ou respeitado, e a maioria dirá "respeitado", Porque, se um homem não for respeitado, não se sentirá amado."

"Os homens são bichos estranhos, devo admitir. Se nos tratarem direito e nos afagarem, vamos ronronar como gatinhos e fazer de tudo para que vocês sejam felizes."

                         

sinopse

A maioria das pessoas que vive um relacionamento possui a expectativa de que pode mudar a outra. Para Kevin Leman, autor deTransforme seu marido até sexta, é como tentar tirar as manchas de um leopardo.

O que você pode e deve fazer é compreender as características dele. É claro que cabe a ele entender quais são as suas, mas o propósito de Sete segredos que ele nunca vai contar para você é ajudar as mulheres a perceberem que o homem é muito mais simples do que parece.

Em geral, são três necessidades básicas que precisam ser atendidas. E se você acha que se trata de sexo, futebol e comida, vai ficar surpresa ao ler as revelações de Kevin Leman.

Por trás das necessidades básicas, há sete segredos que você precisa conhecer, e que ele nunca vai lhe contar, mas que o Dr. Leman revela para você!

Para ele, os homens são muito menos complicados do que as mulheres pensam. No fundo, por trás de uma couraça de frieza, o homem é um ser sensível, emotivo e que deseja ser amado, sentir-se respeitado e necessário.

Infelizmente ele não é alguém como você, que não se constrange em compartilhar os sentimentos. Por isso, compreender as necessidades essenciais do homem e adotar uma estratégia para relacionar-se bem com ele podem trazer o alívio e a renovação de que o relacionamento tanto precisa.

À medida que conhecer os temores, as ansiedades e inseguranças próprias do ser masculino, seu relacionamento ganhará nova perspectiva, permitindo que aquilo que você mais deseja dele - ser amada - se torne a realidade tão almejada.

Descubra os setes segredos que os homens escondem de você!
(http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10691&cod_categoria=5)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Palavra ministrada por John Piper

O Lugar da Pregação na Adoração

John Piper
  John Piper10 de Julho de 2001
 
Por que a Palavra de Deus é tão Proeminente na Adoração Coletiva da Igreja?


Nesse artigo a respeito de adoração, precisamos fazer essa pergunta. Quase a metade do tempo de um culto é gasto na pregação da Palavra. Essa é uma proporção notável e exige uma explicação.
Por que eu devo gastar tempo ensinado-os sobre a pregação, se nem todos estão em um seminário preparando-se para serem pregadores? Há três respostas simples. Primeira: vocês saberão melhor o que fazer com a pregação, se entendem, de acordo com a Bíblia, porque a pregação ocupa esse lugar no culto. Segunda: vocês serão capazes de avaliar se estão realmente ouvindo o tipo correto de pregação, se compreendem, de conformidade com a Bíblia, o que deve ser uma pregação correta. Terceira: se vocês sabem o que é a verdadeira pregação, serão capazes de discernir e escolher o tipo certo de pregador, quando tiverem de convidar um pastor para ocupar o púlpito da igreja de vocês. Conseqüentemente, haverá implicações importantíssimas para a vida e para as famílias de vocês, bem como para o futuro de sua igreja — e de todas as igrejas —, se o povo de Deus souber o que é a verdadeira pregação bíblica e por que ela é tão proeminente na adoração coletiva.
Consideremos a pergunta: por que a Palavra de Deus é proeminente em nossa adoração coletiva?
Ora, essa pergunta, na realidade, está constituída de duas partes. Primeira: por que a Palavra de Deus é tão proeminente? Segunda: por que essa maneira de apresentar a Palavra possui tão grande relevância? Qualquer crente poderia simplesmente ler a Bíblia por meia hora, ao invés de ouvir a pregação da Palavra, e isto com certeza tornaria proeminente a Palavra de Deus. Ou alguém poderia apenas dirigir uma discussão sobre a Bíblia por meia hora. Ainda, outro poderia realizar uma análise acadêmica sobre o vocabulário, a gramática e as circunstâncias históricas da Bíblia. Portanto, não devemos apenas perguntar por que a Palavra de Deus é tão proeminente, mas também por que a pregação é tão relevante.

Deus se revela a Si mesmo como a Palavra e através da Palavra
A primeira razão é por que Deus decidiu revelar a Si mesmo como a Palavra e através da Palavra. O apóstolo João disse: “No princípio era o Verbo [a Palavra]” (João 1.1). No princípio, não era a música, nem o teatro. Deus identifica seu Filho, que é Deus, como a Palavra. Isso é tremendamente importante. “No princípio, era o Verbo [a Palavra].” O Filho de Deus é a Palavra de Deus. Ele é a comunicação de Deus para o mundo; Ele é a Palavra de Deus.
Deus não somente decidiu revelar a Si mesmo como a Palavra, mas também através da Palavra. Considere nosso texto-base: “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2 Tm 3.16). Isto significa que Deus resolveu falar-nos, revelar a Si mesmo e interpretar suas realizações na História por meio da inspiração de palavras escritas. Isso é exatamente o que o vocábulo “escritura” significa — “escritos”. Toda a Escritura — todos os escritos do cânon judaico-cristão — é inspirada, ou seja, soprada por Deus; ou, conforme 2 Pedro 1.21 afirma: “Nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”. As Escrituras do Antigo e do Novo Testamento são a revelação de Deus mesmo para nós.
A primeira resposta à pergunta por que a Palavra é tão proeminente na adoração pública é esta: porque Deus revelou a Si mesmo como a Palavra e através da Palavra. Se tem o alvo de ser uma comunhão espiritual com Deus e causar uma reação amorosa e reverente para com Deus, então a revelação de Deus mesmo tem de estar no âmago da adoração; e Ele determinou tornar-se conhecido principalmente por meio de sua Palavra.

Deus realiza suas obras através de sua Palavra
Poderíamos dizer mais: a adoração é uma resposta à obra de Deus, e a Palavra de Deus é o instrumento pelo qual Ele age no mundo. Esta foi a maneira pela qual Ele agiu no princípio, quando criou o mundo por intermédio de sua Palavra (Hb 11.3).
E esta tem sido a maneira pela qual, desde então, Deus realiza suas grandes obras — através de sua Palavra. Por exemplo, sabemos que Jesus simples- mente falou e as ondas se aquietaram (Mc 4.39), a febre retirou-se (Lc 4.39), demônios foram expulsos (Mc 1.25), pecados foram perdoados (Mc 2.10), cegos recuperaram sua visão (Lc 18.42) e mortos foram ressuscitados (Lc 7.14). Deus agiu por intermédio de sua Palavra!
Também sabemos que Deus continua agindo no mundo por inter- médio de sua Palavra. Considere novamente 2 Timóteo 3.16-17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”. Em outras palavras, é por meio da Palavra que Deus realiza as boas obras de seu povo. Essa é a razão por que Jesus disse que os homens verão nossas boas obras e glorificarão ao nosso Pai, que está no céu (Mt 5.16). Deus age por intermédio de sua Palavra, para realizar sua obra, através de seu povo, no mundo.
Você pode ver isto freqüente-mente na Bíblia. Por exemplo, o Salmo 1 afirma: o homem que medita na Palavra de Deus, de dia e de noite, será “como árvore plantada junto a correntes de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (v. 3). Assim, a Palavra de Deus produz fruto e torna a pessoa bem sucedida na vontade dEle. Considere também Hebreus 4.12: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. A Palavra de Deus é o grande agente na grandiosa obra de julgamento e convicção. Recorde, também, João 17.17, quando Jesus orou ao Pai: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. A grande obra de santificação, Deus a realiza por meio de sua Palavra. E nossa listagem poderia continuar.
O fato mais importante é que adoração significa conhecer, admirar e desfrutar de Deus, por intermédio de suas obras. Todas essas obras são vistas em sua Palavra e realizadas por meio dela. Portanto, a Palavra de Deus é proeminente na adoração.

Deus realiza o novo nascimento através de sua Palavra
Preciso mencionar outra razão por que a Palavra é tão proeminente na adoração. A adoração depende completamente do milagre espiritual do novo nascimento e da obra contínua de vivificação da fé. Esses milagres Deus realiza por meio de sua Palavra. Por exemplo, citamos 1 Pedro 1.23: “Fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente”. O novo nascimento é realizado por Deus através de sua Palavra. Isto significa que a vida de que necessitamos para adorar a Deus com autenticidade surge por intermédio da Palavra. Se não há vida espiritual, não há adoração. Se não há pregação da Palavra, não há vida espiritual. E não somente isto; o contínuo reavivar da fé, domingo após domingo, se realiza por intermédio do ouvir a Palavra de Cristo (Rm 10.17) — não apenas uma vez, e sim por repetidas vezes.
A Igreja Protestante colocou a Palavra de Deus no lugar de maior proeminência na adoração coletiva, porque a adoração contempla e desfruta de Deus mesmo; e Ele se revela como a Palavra, por intermédio da Palavra. Em particular, Deus realiza sua obra no mundo através da sua Palavra; e, por meio dela, outorga vida nova e aviva a fé. Sem a Palavra de Deus, não haveria vida, nem fé, nem obra, nem revelação, nem adoração. A Palavra significa para a adoração o que o oxigênio significa para a respiração.

Por Que Pregação é tão Proeminente na Adoração Coletiva?
Nossa segunda pergunta deve ser: Visto que a Palavra de Deus deve ser tão proeminente na adoração, por que esse ministério específico da Palavra, chamado “pregação”, é tão importante?
Observe o que vem logo em seguida às palavras afirmativas de que toda a Escritura é inspirada por Deus (2 Tm 3. 16.17). Paulo disse, com notável solenidade e elevada seriedade: Conjuro- te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: Prega a palavra” (4.1-2). É claro que para este jovem ministro da Palavra (ver 2 Tm 2.15) a pregação tinha de ser uma atividade proeminente. E o contexto do capítulo 3 (vv. 16-17) parece transmitir a idéia de que a pregação não serve apenas para evangelizar nas praças ou nas esquinas; ela serve também para os crentes que necessitam de correção, repreensão, exortação e doutrina (conforme afirma 2 Timóteo 4.2).
Portanto, poderíamos dizer: nós pregamos porque 2 Timóteo 4.2 afirma que devemos fazê-lo. Gostaria de ir mais além e perguntar: Por que é tão adequado, no plano de Deus, que a pregação seja proeminente na adoração?

Os precedentes do Antigo e do Novo Testamento
Uma resposta é que existe precedentes bíblicos para esclarecer o lugar das Escrituras na adoração. Por exemplo, Neemias 8.6-8 afirma: “Esdras bendisse ao Senhor, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! E, levantando as mãos, inclinaram-se e adoraram o Senhor, com o rosto em terra. E… os levitas ensinavam o povo na Lei; e o povo estava no seu lugar. Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia”. Não houve apenas a leitura da Lei, houve também homens designados que davam “explicações, de maneira que entendessem o que se lia”. Tudo isso aconteceu em um contexto de louvor e de adoração ao Senhor.
No Novo Testamento, a sinagoga dos judeus era uma continuação desse modelo. Em Lucas 4.16 e os versículos seguintes, vemos Jesus dirigindo-se a Nazaré, entrando na sinagoga, no sábado, e lendo na profecia de Isaías um texto que se referia à vinda dEle mesmo. Em seguida, Jesus assentou-se e apresentou sua interpretação: “Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lc 4.21). Este era o esquema habitual praticado na sinagoga: a Palavra de Deus era lida,e, em seguida, havia a sua interpretação e a sua aplicação.
Vemos isso também no livro de Atos dos Apóstolos. Conforme o relato neotestamentário, Paulo e seus colegas missionários chegaram à Antioquia da Pisídia e, “indo num sábado à sinagoga, assentaram-se. Depois da leitura da lei e dos profetas, os chefes da sinagoga mandaram dizer-lhes: Irmãos, se tendes alguma palavra de exortação para o povo, dizei-a” (At 13.14-15). Paulo se levantou e pregou a Palavra (vv. 16 a 31).
Por conseguinte, a primeira razão por que a Palavra de Deus se tornou central na igreja é esta: esse foi o padrão estabelecido no Antigo Testamento e na sinagoga do Novo Testamento.

Os dois aspectos essenciais da adoração
Há duas razões que justificam, ainda mais profundamente, o proeminente lugar da pregação na adoração. Essas duas razões estão relacionadas aos aspectos essenciais da adoração: compreender a Deus e deleitar-se nEle. Jonathan Edwards explicou o objetivo de Deus na adoração, utilizando as seguintes palavras:
“Há duas maneiras pelas quais Deus glorifica a Si mesmo para com suas criaturas: 1) por manifestar-se ao entendimento delas; 2) por comunicar-se ao coração delas, quando elas se regozijam, se deleitam e desfrutam das manifestações que Ele faz de Si mesmo. Deus é glorificado não somente por sua glória ser contemplada, mas também por nos rego- zijarmos nela. Quando aqueles que vêem a glória de Deus se deleitam nela, Deus é mais glorificado do que se eles apenas a contemplassem. Deste modo, a glória de Deus é recebida por toda a alma, ou seja, tanto pelo entendimento quanto pelo coração”.
Portanto, há sempre duas partes na verdadeira adoração. Podemos dizê-lo assim: existe o contemplar a Deus e existe o provar da pessoa de Deus. Não podemos separá-las. Temos de vê-Lo, para que dEle pro- vemos. E se não provarmos dEle, quando O contemplarmos, estaremos insultando-O. Outra maneira de afirmar isso seria a seguinte: na adoração existe sempre o entender com a mente e o sentir no coração. O entender tem de ser sempre o alicerce do sentir, pois, do contrário, o que teremos será apenas emocionalismo sem fundamento. O entendimento de Deus que não resulta em sentimentos para com Deus torna-se em mero intelectualismo e apatia. Esta é a razão por que a Bíblia, por um lado, nos convida constantemente a pensar, a meditar, a ponderar, a lembrar; e, por outro lado, ela nos convida a temer, a lamentar, a esperar, a nos deleitarmos e nos alegrarmos. Essas duas atitudes estão na essência da adoração.
A pregação é a forma que a Palavra de Deus assume na adoração, porque a verdadeira pregação é o tipo de discurso que une, de maneira consistente, esses dois aspectos da adoração, tanto na maneira como a pregação é realizada quanto em seus objetivos. Quando Paulo disse a Timóteo: “Prega a palavra”, o vocábulo grego traduzido pelo verbo pregar é uma palavra que significava “ser o arauto”, “anunciar”, “proclamar” (khêruxon). Não é apenas um vocábulo com a idéia de ensinar ou explicar. Significava o que o arauto da cidade clamava: “Ouvi! Ouvi! Ouvi! O Rei tem uma proclamação de boas-novas para todos os que prometerem fidelidade ao seu domínio. Seja conhecido que a vida eterna será dada a todos os que confiam e amam o Filho dEle”. Essa proclamação, eu a chamo de “exultação”. A pregação é uma exultação pública a respeito da verdade que ela anuncia. Não é algo desinteressante, frio ou neutro; é apaixonante naquilo que ela anuncia.
No entanto, essa proclamação contém ensino. Perceberemos isso, se considerarmos novamente 2 Timóteo 3.16 — a Escritura (que suscita a pregação) é proveitosa para o “ensino”. E podemos ver isso quando olhamos adiante e consideramos o restante de 2 Timóteo 4.2: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina”. Assim, verificamos que a pregação é expositiva; ela aborda a Palavra de Deus. A verdadeira pregação não é a expressão de opiniões de homens; é uma fiel exposição da Palavra de Deus.

Exultação expositiva
Em uma frase, a pregação é uma “exultação expositiva”.
Em conclusão, dizemos: a razão por que a pregação é tão proeminente na adoração é por que esta não consiste apenas do entender, mas também do sentir. Adoração não é apenas contemplar a Deus; é também provar dEle. Não é apenas uma resposta de nossa mente; é também uma resposta do coração. Por isso, Deus ordenou que a forma que sua Palavra deve assumir na adoração não seja apenas uma explicação à mente, nem apenas de uma simulação ao coração. Pelo contrário, a pregação da Palavra tem por objetivo ensinar a mente e alcançar o coração; tem de mostrar a verdade de Cristo e provar a glória de dEle; tem de expor a Palavra de Deus e exultar no Deus da Palavra.
Isto é o que significa a pregação. Esta é a razão por que ela é tão proeminente na adoração. A pregação não é uma simples obra de um homem; é um dom e uma obra do Espírito Santo. Portanto, a pregação se realiza melhor quando os crentes estão orando e se encontram espiritualmente preparados para ela.
Orem por vocês mesmos e pelo(s) pastor(es) de sua igreja. Pro- curemos nos tornar pessoas que vivem e adoram no poder da Palavra de Deus — lida, memorizada, ensinada e pregada.

Fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/324/O_Lugar_da_Pregacao_na_Adoracao

 

Tesouros na Terra

John Piper 10 de Março de 2011 - Vida Cristã
 
              A essência da adoração é ter Jesus como infinitamente valioso, acima de todas as coisas. As formas exteriores de adoração são atos que mostram quanto valorizamos a Deus. Portanto, toda a vida tem o propósito de ser adoração, pois Deus afirmou que, comendo, ou bebendo, ou fazendo qualquer outra coisa – toda a vida –, devemos fazer tudo para mostrar quão valiosa é a glória de Deus para nós.
           Dinheiro e bens são uma grande parte de nossa vida; por isso, Deus tenciona que eles sejam uma grande parte da adoração. A maneira como adoramos com nosso dinheiro e bens é ganhá-los, e usá-los, e perdê-los de um modo que mostre quanto valorizamos a Jesus, e não o dinheiro.
          Lucas 12.33-34 está relacionado ao padrão de como adoramos com nosso dinheiro (e, por implicação, está relacionado ao que fazemos com nosso dinheiro na adoração coletiva, conforme veremos em seguida). “Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome, porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Com base nesse texto, observe três ensinos importantes sobre o dinheiro.
Primeiro, ter Jesus como nosso maior tesouro transmite um forte impulso à simplicidade, e não à acumulação. Focalize por um momento as palavras “vendei os vossos bens”, no versículo 33. Com quem Jesus estava falando? O versículo 22 nos dá a resposta: “seus discípulos”. Ora, em sua maioria, eles não eram pessoas ricas. Não tinham muitos bens. Mas, apesar disso, Jesus disse: “Vendei os vossos bens”. Ele não disse quantos bens eles deveriam vender.
         Conforme mecionado em Lucas 18.22, Jesus disse a um jovem rico: “Vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me” (v. 22). Nessa ocasião, Jesus instruiu o homem a vender todas os suas posses.
          Quando Zaqueu encontrou-se com Jesus, disse: “Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais” (Lc 19.8). Portanto, ele deu 50% de seus bens.
       Atos 4.36-37 diz: “José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, levita, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos”. Isso significa que Barnabé vendeu pelo menos um campo.
         A Bíblia não nos diz quantos bens devemos vender. Então, por que ela nos diz que devemos vendê-los? Dar esmolas – usar o dinheiro para mostrar amor àqueles que não têm o necessário para a vida e não têm o evangelho (a necessidade para a vida eterna) – é tão importante que, se não temos dinheiro à mão, devemos vender algo para que possamos dar.
      Agora pense o que isso significa no contexto. Os discípulos não eram pessoas ricas que tinham despesas além de suas condições, cujo dinheiro estava preso em títulos ou investido em imóveis. Muitas dessas pessoas têm, de fato, algumas economias. Mas Jesus não disse: “Usem um pouco do dinheiro de vocês para dar esmolas”. Ele disse: “Vendam algo e dêem esmolas”. Por quê? A suposição é que essas pessoa viviam tão próximas do limite de suas condições, que, não tendo dinheiro para dar, precisavam vender algo para que pudessem dar. Jesus queria que seu povo se movesse em direção à simplicidade, e não à acumulação.
         Qual é o ensino? O ensino é que existe na vida cristã um poderoso impulso à simplicidade, e não à acumulação. Esse impulso resulta de valorizarmos a Deus como Pastor, Pai e Rei mais do que valorizamos todos os nossos bens.
           E o impulso é poderoso por duas razões. Uma é que Jesus disse: “Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas (literalmente, aqueles que têm coisas)!” (Lc 18.24). Em Lucas 8.14, Jesus disse que as riquezas sufocam a Palavra de Deus. Contudo, queremos entrar no reino de Deus mais do que desejamos ter coisas. E não queremos que o evangelho seja sufocado em nossas vidas.
      A outra razão é esta: queremos que a preciosidade de Deus seja manifestada ao mundo. E Jesus nos diz que vender os bens e dar esmolas é uma maneira de mostrar que Deus é real e precioso como Pastor, Pai e Rei.
Portanto, o primeiro ensino de Lucas 12 é que confiar em Deus como Pastor, Pai e Rei transmite um forte impulso à simplicidade, e não à acumulação. E isso transforma a adoração que procede do íntimo do coração em ações mais visíveis, para a glória de Deus.
         Mas há uma segunda lição a aprendermos no versículo 33: o propósito do dinheiro é maximizar nosso tesouro no céu, e não na terra. “Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome”. Qual é a conexão entre vender os bens, para atender à necessidade de outros (primeira parte do versículo), e o acumular para si mesmo tesouro no céu (final do versículo)?
        A conexão parece ser esta: a maneira como você faz bolsas que não desgastam e ajunta no céu um tesouro inextinguível é por vender seus bens e atender às necessidades dos outros. Em outras palavras, simplificar nossa vida na terra por causa do amor maximiza nosso gozo no céu.
          Não entenda de modo errado este ensino radical, pois isto é o que Jesus pensa e fala em todo o tempo. Ter uma mentalidade do céu faz uma diferença radicalmente amorosa neste mundo. As pessoas que estão mais poderosamente convencidas de que o tesouro no céu é o que realmente importa, e não as grandes possessões acumuladas neste mundo, são pessoas que sonharão constantemente com maneiras de simplificar e servir, simplificar e servir, simplificar e servir. Eles darão, e darão, e darão. E, é claro, trabalharão, trabalharão, trabalharão, como Paulo disse em Efésios 4.28: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”.
           A conexão com a adoração – na vida e nos domingos – é esta: Jesus nos manda acumular tesouros no céu, ou seja, maximizar nosso gozo em Deus. Ele diz que a maneira como fazemos isso é vendendo e simplificando, por amor aos outros. Assim, ele motiva a simplicidade e o serviço pelo nosso desejo de maximizar nosso gozo em Deus; e isso significa que todo o nosso uso do dinheiro se torna uma manifestação de quanto nos deleitamos em Deus, acima do dinheiro e de todas as coisas. E isso é adoração.
           Mas há um terceiro e último ensino em Lucas 12: seu coração se move em direção ao que você ama, e Deus quer que você se mova em direção a ele. “Porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (v. 34). Essas palavras são apresentadas como a razão por que devemos buscar tesouros inextinguíveis no céu. Se o seu tesouro estiver no céu, onde Deus está, então ali estará o seu coração.
          Ora, o que este versículo aparentemente simples nos diz? Entendo que a palavra tesouro significa “o objeto amado”. E a palavra “coração” entendo que significa “o órgão que ama”. Por isso, leio assim este versículo: “Onde estiver o objeto que você ama, ali estará o órgão que ama”. Se o objeto de seu amor é Deus, que está no céu, o seu coração estará com ele no céu. Você estará com Deus. Todavia, se o objeto de seu amor é o dinheiro e as coisas da terra, o seu coração estará na terra. Você estará na terra, separado de Deus.
               Isso é o que Jesus pretendia dizer quando falou: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Lc 16.13). Servir ao Deus dinheiro significa amar o dinheiro e seguir todos os benefícios que ele pode oferecer. Nesse caso, o coração segue o dinheiro. Mas servir a Deus implica amá-lo e buscar todos os benefícios que ele pode dar. Nesse caso, o coração segue a Deus.
                E isso é adoração: o coração está amando a Deus e buscando-o como o tesouro superior a todos os outros tesouros.
                 Em conclusão, vamos relacionar esses três ensinos de Lucas 12.33-34 com o ato de adoração coletiva que chamamos de “ofertório”. Este momento e este ato serão adoração para você, não importando a quantidade ofertada – desde a pequena moeda da viúva às grandes quantias dos milionários –, se, ao dar, você disser, de todo o coração: “Primeiro, ó Deus, por meio desse ato, eu confio em ti como meu generoso e bendito Pastor, Pai e Rei, de modo que não temerei quando tiver menos dinheiro para mim mesmo, ao suprir as necessidades dos outros. Segundo, ó Deus, por meio desse ato, eu resisto a incrível pressão de nossa cultura para acumularmos cada vez mais e identifico-me com o impulso para viver em simplicidade por amor aos outros. Terceiro, por meio desse ato, eu acumulo tesouros no céu, e não na terra, para que meu gozo em Deus seja maximizado para sempre. E, quarto, com esta oferta eu declaro que meu tesouro está no céu e meu coração segue a Deus”.

Traduzido por: Wellington Ferreira
Do original em inglês: Treasures on Earth. Revista Tabletalk, vol. 33, nº 8. Com permissão de Ligonier Ministries.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Pescando Pescadores de Homens na Net

             Ouço muita gente dizer que não tem nada que preste na Internet. Também conheço pessoas que pensam que a Internet resume-se ao Facebook. Para mim, há muita coisa maravilhosa nesse imenso sistema de informação. Uma delas é a Pregação da Palavra de Deus.
             Porém, é necessário um conhecimento pelo menos básico da Palavra pra não "abarcar" qualquer heresia que se utiliza do nome de Jesus. (E principalmente, a direção do Espírito de Deus que nos dá discernimento). É preciso "pescar" os que pregam a Real Palavra de Deus.
            
             Hoje quero guardar aqui um pouco do que achei e que vale a pena para qualquer um que busca coisas boas na Net.
 
 

 
1.Blog de Maurício Zágari (http://apenas1.wordpress.com/)

 
Veja algumas de suas boas postagens:
            Escrevendo sobre John Piper, Zágari diz:
 
            "Tive a oportunidade, como editor do programa de rádio Mosaico Cristão e do APENAS, de participar de uma entrevista coletiva para um grupo selecionado de poucas pessoas.
              Mas, no pouco tempo em que estivemos na mesma sala pude ver um homem pequeno, de baixa estatura, que fala como um gigante. Afinal, um cara que tem coragem de peitar as heresias e pôr o dedo na cara delas deveria ser um sujeito parrudão. Não foi o que vi. Conheci um baixinho mirradinho mas que, quando abre a boca, o que saem são pérolas e mais pérolas bíblicas. Tudo coerente. Numa época em que Missão Integral está na crista da onda, ele tem o peito de dizer que temos de ajudar sim o pobre, mas que de nada adianta ajudá-lo se depois ele vai passar a eternidade no inferno. Que diz que Teologia da Prosperidade é antibíblica e cruel. Que Teologia Relacional é fazer Deus deixar de ser Deus. Na linguagem do Nordeste, Piper se mostrou ser um “sujeito-homem”. Pois diz o que tem de ser dito. Ele não é arrogante: é bíblico e faz isso de forma incisiva."
 
 

           Num outro artigo intitulado de "Os 10 melhores livros cristãos", para o qual justifica (Com certa frequência irmãos me pedem pelo blog dicas de livros que os ajudem a crescer na vida espiritual, como recentemente a irmã Aline Avelar e os manos Robson Mioto e Pedro Souza. Por isso, hoje publico meu Top Ten – correndo o risco de ser injusto com um ou outro livro, que – por esquecimento humano ou mesmo por não ter lido – eu não venha a incluir aqui. Pois muitas foram as obras que ajudaram a forjar meu pensamento e a construir quem Mauricio Zágari é hoje.) Zágari diz:
          
 "Uma dica:
 
           sempre que você for ler um livro, não compre apenas pelo título: veja qual é a editora que o publicou. Pois cada editora tem uma linha doutrinária específica e nem sempre adequada à sã doutrina bíblica. Então existem algumas editoras cujos livros você pode comprar de olhos fechados, confiando 100% que serão obras selecionadas e editadas segundo a sã doutrina bíblica. É o caso das editoras Mundo Cristão, Fiel, Vida Nova, Anno Domini e Shedd.
 
Evidentemente, a Bíblia é uma leitura tão óbvia que não entra na lista. E uma ressalva: embora o título deste post seja “Os 10 melhores livros cristãos”, acredito que essas não necessariamente são “as melhores” obras, mas sim aquelas cuja leitura é fundamental e indispensável a um servo de Deus. Ótimas para serem lidas por quem está no início da caminhada de fé. Vai aqui a minha lista dos 10 livros cristãos que você não pode morrer sem ter lido, não necessariamente na ordem de importância:
1. Cristianismo puro e simples (C.S.Lewis)
2. O fim de uma era (Walter McAlister)
3. O livro dos mártires (John Foxxe)
4. Maravilhosa graça (Phillip Yancey)
5. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica (Alister McGrath)
6. As Institutas (João Calvino)
7. Confissões (Agostinho de Hipona)
8. A renovação do coração (Dallas Willard)
9. Crer é também pensar (John Stott)
10. Icabode (Rubem Martins Amorese)"


               Enfim, pensando também no crescente interesse de minha filha adolescente por literatura, descobri inclusive que Zágari escreveu uma série de ficção que com certeza interessa o público jovem. A premiada série Geração Ação, de Maurício Zágari, traz importantes ensinamentos e debates bíblicos em histórias de ficção cheias de adrenalina. Os três livros da série foram finalistas do PRÊMIO ARETÉ. "O Enigma da Bíblia de Gutemberg" foi eleito "Melhor livro de ficção e romance" e deu a Maurício Zágari o prêmio de "Autor Revelação do Ano".

                    Outro artigo que achei importante foi "Cristão deve ouvir música do mundo?" Deve-se conferir em http://apenas1.wordpress.com/2011/09/26/cristao-deve-ouvir-musica-do-mundo/ .

FILHOS...SERVOS...ADORADORES

 
 
 
 
As palavras de Jesus em João 4:23 dizem:
                 " Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. "

Deus nos chama para sermos
 
Filhos
 
Servos
 
Adoradores!
                  

                 Só poderemos ser Verdadeiros Adoradores quando soubermos ser Servos Fiéis.
                 Só um Filho pode ser Servo Fiel.
                 Só um Filho pode ser um Verdadeiro Adorador.


                 Jesus é o nosso exemplo. Em Hebreus 5:8 diz que Ele "...embora sendo filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu." - O que caracteriza um bom filho é a Odebiência.

1.FILHO DE DEUS
                 "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem Filhos de Deus." (João 1:12)

                  No Gênesis vemos que o pecado SEPAROU  a humanidade de Deus e sabemos, por experiência que esta é a causa do nosso distanciamento de Deus.
                  Isaías 59:2 diz que nossas iniquidades fazem separação entre nós e Deus.
                  Em Efésios 2:12, está assim descrito: "Naquele tempo, estáveis sem Cristo, SEPARADOS da comunidade de Israel e ESTRANHOS ÀS ALIANÇAS da promessa, não tendo esperança e SEM  DEUS no mundo."

                  O sacrifício de Jesus pagou o preço de nossos pecados, para que Nele fôssemos RECONCILIADOS COM DEUS (a exemplo do filho pródigo, deixamos de ser escravos do pecado, para nos ser restituída a posição de FILHOS).

                   "Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.
                    Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos." (Efésios 2:1 a 5)

 
 
                    "Pois todos vós sois Filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus." (Gálatas 3:26).
                    "E porque sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de Seu Filho, que clama: Aba, Pai!" (Gálatas 4:6)
         
                       Muitas vezes, já depois de termos recebido a Jesus como Salvador, só conseguimos nos ver como "SALVOS" e, no máximo de nosso entendimento espiritual passamos a ter a consciência de que nos tornamos "SERVOS", mas, dificilmente entendemos que agora somos - principalmente - "FILHOS". Enxergamos Deus como o Misericordioso Salvador e pensamos assim:

                     " - Antes, eu não pensava muito em Deus...Acreditava até que Ele existia e recorria à Ele em minhas necessidades...Mas eu não tinha muita intimidade com Ele. Eu vivia como queria e às vezes, errava muito. Agora, que sei que Jesus morreu por mim, entreguei minha vida à Ele, sei que tô salvo! Pronto!"

                     Pensando dessa maneira, a única coisa que muda em você é que agora você ora, lê a Bíblia, vai aos cultos, não bebe, não fuma, só ouve música evangélica (ou não...). Mas essa é uma mudança que acontece quase sempre só na "superfície". Às vezes, no interior, pouca coisa mudou...E você continua ranzinza, preguiçoso, infiel nos contratos, vingativo, murmurador...

                    Mas, de repente, algo acontece, e você começa a sentir vontade de estar mais próximo de Deus. Tem desejo de exercer algum ministério no Corpo de Cristo e começa a pensar na OBEDIÊNCIA A DEUS como um conceito mais específico. E começa a entender que para estar capacitado, precisa ser obediente.
                     Então, começa a pensar que, por ser um Salvo, deve também ser SERVO de Deus.
                     E se  busca, de coração, você começa a entender - não através de doutrina ou de conhecimento intelectual, mas através da oração e da leitura da Palavra, na direção do Espírito - você começa a entender o conceito de SANTIFICAÇÃO.     
                    Você começa a entender  que não precisa viver como um monge  num monastério para viver em santidade. Você passa a entender que a Santificação é fruto da sua  comunhão com Deus. Que suas atitudes, pensamentos e palavras passam a ser motivadas pelo amor que você tem a Deus e pela presença e atuação do Espírito Santo em você. 

                    Como disse Paulo:
                    "...já não sou eu quem vive, mas CRISTO VIVE EM MIM!"(Gálatas 2:20)

                    E você passa a ter verdadeiramente a Consciência de Servo!
 
TEM MAIS:
 
AINDA FALTA POSTAR: 2. SERVO DE DEUS
                                             3. ADORADOR